segunda-feira, 18 de abril de 2011

Meu belo subsídio!

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...' Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896 Diário da República nº 28 - I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 - RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010. Poderão aceder através do site http://WWW.dre.pt Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica 1 - Vencimento de Deputados ...................12 milhões 349 mil Euros 2 - Ajudas de Custo de Deputados...............2 milhões 724 mil Euros 3 - Transportes de Deputados ..............3 milhões 869 mil Euros 4 - Deslocações e Estadas .....................2 milhões 363 mil Euros 5 - Assistência Técnica (??) .......................2 milhões 948 mil Euros 6 - Outros Trabalhos Especializados (??) ..................3 milhões 593 mil Euros 7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA.................961 mil Euros 8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares.............970 mil Euros 9 - Equipamento de Informática ............................2 milhões 110 mil Euros 10- Outros Investimentos (??) .............................2 milhões 420 mil Euros 11- Edificios ..................................2 milhões 686 mil Euros 12- Transfer's (??) Diversos (??).................13 milhões 506 mil Euros 13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ................16 milhões 977 mil Euros 14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ................73 milhões 798 mil Euros NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é : 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) - Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010. O porquê de Portugal estar na falência! Como se chama a isto em Português? PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA?????? 420.000,00 TAP administrador Fernando Pinto 371.000,00 ¤ CGD administrador Faria de Oliveira 365.000,00 ¤ PT administrador Henrique Granadeiro 250.040,00 ¤ RTP administrador Guilherme Costa 249.448,00 ¤ Banco Portugal administrador Vítor Constâncio 247.938,00 ¤ ISP administrador Fernando Nogueira 245.552,00 ¤ CMVM Presidente Carlos Tavares 233.857,00 ¤ ERSE administrador Vítor Santos 224.000,00 ¤ ANA COM administrador Amado da Silva 200.200,00 ¤ CTT Presidente Mata da Costa 134.197,00 ¤ Parpublica administrador José Plácido Reis 133.000,00 ¤ ANA administrador Guilhermino Rodrigues 126.686,00 ¤ ADP administrador Pedro Serra 96.507,00 ¤ Metro Porto administrador António Oliveira Fonseca 89.299,00 ¤ LUSA administrador Afonso Camões 69.110,00 ¤ CP administrador Cardoso dos Reis 66.536,00 ¤ REFER administrador Luís Pardal: Refer 66.536,00 ¤ Metro Lisboa administrador Joaquim Reis 58.865,00 ¤ CARRIS administrador José Manuel Rodrigues 58.859,00 ¤ STCP administrador Fernanda Meneses 3.706.630,00 ¤ 51.892.820,00 ¤ Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias) 926.657,50 - Média Prémios 52.819.477,50 ¤ 900,00 Média de um funcionário público 58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro... E DEPOIS AINDA QUEREM SABER SE A MALTA ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...

sábado, 16 de abril de 2011

Da cidade...

A globalização, as interdependências de vária ordem, a competitividade e a mudança continuada, moldam constantemente as sociedades, fazendo identificar-se por dois traços característicos fundamentais, a flexibilidade e a sua estrutura difusa. Um desafio que a globalização veio gerar prende-se com a comunicação intercultural e com o modo como os seus fluxos e sentidos são geridos e se relacionam. As cidades, projectam as suas imagens e as suas economias para o exterior difundindo características reais e simbólicas, e é esta difusão que permite o seu reconhecimento global. Um desafio que as cidades enfrentam prende-se com a sua capacidade de reterritorialização, na medida em que, a globalização trouxe consigo um processo de desterritorialização dos fluxos económicos, culturais e tecnológicos. Por isso, é através da fixação de funções sócio económicas, da promoção de uma identidade coerente, da diversidade de equipamentos, da natureza e do património, que as cidades têm capacidade para captar e suportar fluxos e conseguirem competir no contexto mundial e atrair os “outros” a “olhar” para si, uma vez que,“(…) a forma como as cidades reconstroem as suas imagens e os seus patrimónios e accionam umas e outros como recursos próprios configuram elementos decisivos de afirmação na economia e na comunicação globalizada” (Silva e Fortuna,2002:). Hoje é crucial a capacidade que cada cidade revela em atrair pessoas, bens e recursos, em trânsito transnacional e é neste sentido que as cidades vivem uma crescente necessidade de regeneração, reproduzindo, recriando a suas imagens e constituindo assim processos de transformação e identificação que as permitem (re)colocar-se no palco mundial!

sábado, 2 de abril de 2011

Uma coisa que ainda não lhes disse

São as inevitáveis horas e horas de isolamento que a investigação exige! Mas de facto é algo que podemos dizer mas que cada um só aprende com as experiências nunca acabadas. Até porque as dificuldades sentidas podem ser diferentes, assim como os diferentes níveis de empenho ou a maneira de lidar com o problema. Tornarmo-nos "ratos de biblioteca" não é tarefa fácil, é priscindir de tardes de sol, passeios na praia, de horas de sono, de voltas de moto 4, séries televisivas, novelas da tvi, de passar a ferro ( a única coisa mais ou menos), etc...

E se consideramos o termo "rato de biblioteca" no seu sentido mais amplo podemos associar-lhe ainda a tarefa de rato de campo ou antropólogo fuçangueiro!

É dormir a pensar em perguntas de partida, hipoteses, problemáticas, modelos de análise,...e ver que os proximos anos da nossa vida vai ser assim :S

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Este blog tem...


Quatro anos e uma semana, uma tonelada de parvoice, muito cor de rosa, poucos visitantes, zero comentadores, uma série de coisas sérias..momentos tristes, alegres e sobretudo meus... E esta razão basta para que este lugar (ou não-lugar) continue a existir, sendo sempre que preciso, um escape à velocidade alucinante do quotidiano, um amigo e companheiro...

domingo, 27 de março de 2011

“Carta aberta aos docentes, discentes e demais funcionários da Universidade de Évora.

Com imenso pesar torno publica esta carta - manifesto, devido ao ocorrido neste último dia 03/03/2011, quando alunos portugueses e estrangeiros da Universidade de Évora se divertiam em um conhecido estabelecimento comercial da cidade e alguns estudantes, dentro dos quais eu, fomos brutalmente agredidos dentro deste mesmo. Por volta das 03:00 horas da manhã, conforme legislação da cidade de Évora, quando já se encerrava o funcionamento dos bares e restaurantes, ao sair deste estabelecimento fomos surpreendidos quando, sem motivo algum, a não ser o motivo sócio-político-econômico que é ponto fundamental nessa discussão, mas convêm debatermos isso posteriormente, fomos espancados por alguns marginais, marginalizados que estavam ali presentes. Ao iniciarem o ato de barbárie, para qual já estavam intencionados, pois já naquela mesma noite haviam agredido um jovem português que também se encontrava na casa, fomos então brutalmente, covardemente golpeados com murros e por uma arma de ferro que estava em posse de um dos agressores, o qual juntamente com mais dois outros comparsas nos agrediam gratuitamente, como se aquilo para eles fosse uma grande diversão. Os agressores nos acertavam os golpes apenas na cabeça, mesmo quando já sangrávamos insistiam no ato, uma verdadeira tentativa de homicídio. Enquanto acorria tamanha violência, em nenhum momento, nenhum instante sequer houve alguma tentativa de intervir, nem por seguranças do estabelecimento, - os quais segundo testemunhas e como eu pude ver não estavam presentes, a casa funcionava sem nenhuma segurança, um grande absurdo, uma casa noturna trabalhar sem seguir as determinações de funcionamento das autoridades competentes - também não houve nenhuma tentativa de intervenção das pessoas ali presentes, pois estas, ao menos uma grande parte, já conheciam o agressor e sentiram-se intimidadas, já que o mesmo, além da fama, carregava consigo uma arma, uma pistola automática, que chegou a ser usada para nos ameaçar. Quando conseguimos sair, fugir da casa noturna, nos encaminhamos para o hospital municipal, pois estávamos cobertos de sangue que jorravam de nossas cabeças e com inúmeros outros hematomas. Já próximo do hospital, os mesmos agressores nos abordou e novamente nos agrediu. Fomos vítima dessa terrível violência que se manifesta em todo o mundo, se manifesta, pois ela é fruto, mesmo que seja podre, mas fruto deste sistema que já há anos vivemos. Sistema que segrega e marginaliza, retirando de parte da sociedade seu reconhecimento, o que gera desconforto e falta de visibilidade, consequentemente traduzidos em violência e vandalismo. Pelo medo, alteramos nosso comportamento diante das situações que nos remetem perigo, pois quando deveríamos proteger essas pessoas, dar-lhes a educação que é necessária, ao contrário nos prevenimos, como prevenimo-nos de uma doença, nos protegemos dessas pessoas e acabamos por as isolar mais ainda e as manter marginalizadas. Como costume entre jovens, estudantes, trabalhadores, de todos nós, esperamos poder nos divertir e para isso, quando nas ruas, contamos com a devida segurança que o Estado supostamente deveria nos oferecer e quando dentro de estabelecimentos privados, esperamos que os responsáveis pelo estabelecimento e os respectivos responsáveis pela fiscalização, façam cumprir as normas e as regulamentações que são previstas para o devido funcionamento destes locais. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1,6 milhões de pessoas morrem por ano, aproximadamente uma pessoa morre a cada minuto no mundo devido à violência e para cada homicídio quarenta outras pessoas ficam gravemente feridas, o que é o nosso caso. Entretanto não queremos simplesmente tornamo-nos estatística, devemos nos movimentar é preciso uma mobilização de toda comunidade eborense a fim de evitar essa violência e tamanha impunidade, é preciso que o programa pedagógico pense estas questões e através da educação e da justiça tenhamos uma sociedade mais segura, mais justa e com menos desigualdades. A negligência, a omissão e a impunidade são garantias para o funcionamento e sustentam esse mundo de crimes. De acordo com o Direito, não devemos tratar todos de maneira igual, é preciso que tratemos os diferentes de formas diferentes, só assim poderemos atingir algo parecido com a liberdade e enfim viver inteiramente sem medo, o qual é implantando e vendido pelo sistema que vivemos.” A Associação Académica da Universidade de Évora vem por este meio, em primeiro lugar, demonstrar solidariedade para com os nossos colegas que nesta noite sofreram uma humilhação tremenda, ao serem vítimas de uma violência inexplicável, não característica da cidade de Évora, mas que precisa de ser frisada e repudiada sempre que ocorrer. Em segundo lugar, aconselhar todos os estudantes da nossa academia, de que a violência não é resposta seja para que situação for, e como tal, nunca deverá ser um recurso a utilizar, mas sim um comportamento a esquecer. A AAUE logo após o ocorrido, disponibilizou aos estudantes agredidos, todo o apoio jurídico destacando o nosso advogado de forma a garantir, que judicialmente, este caso não ficaria perdido. Pedimos ainda às autoridade competentes que tomem providencias para que situações como estas não se repitam e que garantam a segurança da cidade em que estudamos. Saudações Académicas AAUE Recebido por e-mail

domingo, 13 de março de 2011

Hoje que eu estava disposta...

....Tudo parecia correr bem, cabos do pc ligados à tv, sapateira, camarão, vinho verde, 4 moçoilos para gritar bem alto...eis que porém, não cheguei a perceber o porquê, mas parece que por causa de um tal de Miranda só vimos 30 minutos e resolveram mudar de canal..

quinta-feira, 10 de março de 2011

Coisas do futebol...

Confesso que sempre gostei mais de jogar futebol do que de assistir, mas hoje encontro verdadeiras razões para me tornar fã incondicionável dum clube! O motivo chama-se 90 minutos de exorção! O que se define como 1 hora e meia em que podemos gritar, pular, bater palmas, derrubar coisas e chamar os nomes mais f****** a jogadores, árbitros, treinadores e claque opostas!
Visto nesta perspectiva o espectáculo do futebol parece mesmo ser uma diversão....vou exprimentar!

sexta-feira, 4 de março de 2011

A coisa mais estranha do Carnaval...

...São os homens que insistem em vestir-se de mulheres!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Risoto italiano....


Fique 9 meses sem beber..

Ao fim dos 9 meses entre na 1º tasca que encontrar

Beba 2 minis.

Junte-lhe 1 grelhada mista e 4 ou 5 copos de vinho tinto caseiro

Termine com 2 caipiroskas feitas com vodka duvidosa

Ao fim de uma hora..o risoto está pronto a ser servido!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Confesso..


Que gosto de propabilidades improváveis. Aquelas que apesar de sonharmos com elas todas as noites na manhã seguinte sabemos que possivelmente nunca vão (ou poderão) acontecer...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Querido blog..

Não me leves a mal por estes últimos tempos de abandono, mas de facto há alturas em que me limito a sentir e viver .... Mas porque há coisas que, por vezes, se não escrevermos não deixamos de sentir, hoje apeteceu-me vir ter comigo..sim aqui onde ninguém nos ouve...descarregar alguns pensamentos para que me possa sentir mais leve.
Pois hoje, interrogo-me onde foi parar a filosofia de adolescente em que os amigos são a melhor coisa do mundo!
Com o passar do tempo descobrimos que afinal o mundo é cruel e que no fundo as relações de amizade pouco passam de relações de interesse, que em certo momento ou circustância da vida faziam sentido. Porque numa vida há muitas vidas, porque o tempo e a distância muitas vezes nos separam há relações que se perdem, quando deixamos de telefonar, quando telefonamos e não temos resposta, quando descobrimos que não fazemos parte do Top 10 dos que estão no nosso Top 10 ou simplesmente quando deixamos de ter interesse...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Natal Amargo?

Imagino que depois das noticias sobre a menor oferta do que procura de açucar muita gente tenha corrido ao supermercado. Pegunto então somos nós que consumimos mais doces ou o Brasil que cada vez produz mais etanol?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Estado de alerta!

Estou por aqui a pensar nas dezenas, centenas ou até mesmo milhares de estudantes que se encontram neste momento a passar grandes dificuldades... Por vezes, mais depressa temos consciência da pobreza que há no mundo, através das imagens que nos chegam pelos media, do que propriamente da pobreza que existe escondida muitas vezes dentro de "casa".
Ontem quando "ele" se aproximou de mim e me entregou uma carta pensei que seria um convite para um evento qualquer, mas não, era uma carta a relatar as suas dificuldades em continuar no ensino superior devido às dificuldades económicas. Mencionou que ainda nem sequer se matrículou este ano por não ter dinheiro para as propinas, que já tinha pedido para o pagamento poder ser realizado de forma mais faseada, mas até agora ainda não obteve respostas.
Disse que nos últimos tempos nem sempre pode vir a escola devido às despesas e que quando vem fica à mercê da caridade dos colegas, referindo ainda, não ter o instrumento principal para as aulas, um computador, facto este, que não lhe permite entregar os trabalhos a tempo, visto que, mais uma vez fica dependente dos computadores dos colegas.
Perante isto, afirmou que dia para dia se sente mais desmotivado e que o mais provável é ter que abandonar o ensino supeior pela falta de condições económicas.
Depois de ler isto não me sai da cabeça quantos Brunos, Anas, Martas e Migueis estarão nesta situação aqui mesmo...dentro da "nossa casa".

domingo, 21 de novembro de 2010

E se de alguma forma pudessemos ajudar?

É verdade que todos os dias se fala na crise, que centenas de imagens invadem os televisores alertando para a fome no mundo e que crianças soldado morrem todos os dias, mas quando vemos morrer os ideiais do nosso "bairro" sentimos de forma mais aguda a "nossa tribo" ameaçada.
Falo da Casa do Estudante de Beja, uma IPSS que tem os dias contados...O seu encerramento já foi anunciado para o final do ano, crianças serão entregues a outras instituições, talvez até mesmo separadas de amigos e irmãos. Mas a economia é assim, olha a números e não a rostos ou causas.
Funcionários ficarão sem emprego e Beja perde uma instituição de referência por onde passaram centenas de jovens...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Identidade e TIC

Numa das redes sociais que mais adesão tem em todo o mundo difundiu-se durante esta semana o desafio de todos os utilizadores alterarem a fotografia do seu perfil e substituindo-a com um boneco de desenho animado ou banda desenhada. Se no inicio a sua origem apareceu mais clara, informando que se tratava de uma iniciativa desencadeada por um jornalista português, horas mais tarde, ou até mesmo minutos, a informação que circulava atribuia a este efeito uma origem internacional e houve (há) até quem conteste o movimento sugerindo a sua possível relação com a pedófilia...
Este fenómeno, igual a tantos outros que ocorrem em todo o ciberspaço todos os dias, leva-nos a questionar acerca das reconfigurações individuais da(s) nossa(s) identidades(s) perante a afirmação da globalização e da comunicação.
Se pensarmos o ciberespaço como como espaço isento de atrito espacio-temporal facílmente imaginamos os diferentes fenómenos que nele podem ocorrer. O indivíduo passa a ser produtor e consumidor de conteúdos tornado-se um elemento fundamental na sua difusão e consequentemente globalizando representações cognitivas, relacionais, afectivas, sociais, etc.

Não só as noções de espaço e tempo se alteram, como as fronteiras, a intimidade, a cidadania, as ideologias, a sexualidade, entre outros, reconfiguram-se perante o processo de glocalização em que o indivíduo a partir da sua representação local apropria-se do global ficando suspenso no ciberespaço. Exprimentando a oscilação entre o local/global ,o índivíduo, fisicamente ausente, mas virtualmente presente, percorre a Rede em busca de informação, conhecimento e saber, à prucura de lazer, relações e afirmações.
A possibilidade de anonimato ou de um nickname e adopção de uma ou mais personalidades, que fora do ciberespaço não seriam possíveis, confere hoje às tecnologias de informação e comunicação um papel crucial na transformação da(s) identidade(s).
Esta expriência, não apenas de oscilação, mas também de hibridismo, é proporcionada pelo o acesso à imagem, escrita e video e pela mobilidade isenta de atrito-espacio temporal.
As comunidades, que antes se caracterizavam por situar-se num tempo preciso e num território físico, encontraram no ciberespaço um lugar (ou talvez não-lugar) de índivíduos nómadas, movidos pela busca de informação, de conhecimento, pela partilha e pertença.
À procura de si mesmo ou do outro o homem aboliu fronteiras, encurtou distâncias, viaja a um ritmo alucinante, defende, altera, mostra e esconde a sua identidade, sofrendo metamorfóses que nos caracterizam como uma verdadeira Sociedade da Informação.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A pensar...


..no prof. que no primeiro dia decorou o meu nome e me fez várias perguntas ao longo da sessão, no rapazito do ginásio que grita a puxar por mim quando o que eu mais desejava era que ninguém pusesse os olhos na minha celulite. A pensar nas afirmações expostas e às quais nem posso retorquir, nas entrelinhas que insisto em ler e reler talvez mesmo até onde não existem.....

Será mania da perseguição ou macumba???? :SSSSS

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Fico feleiz!!!




Lembro-me como se fosse hoje das vezes que passava pelo senhor do Rossio, para mim sem rosto, sem nome...passados estes anos hoje descubri o seu nome..e melhor ainda...o seu rosto! Porque não são todos os dias que os finais são felizes, hoje fico mesmo feliz!









quarta-feira, 13 de outubro de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Isto há coisas do cacete!













Se fico sem internet dizem-me que mande um e-mail para o helpdesk, fico sem fax dizem-me para mandar um fax a reportar... e quando a senhora do centro de saúde me diz que não sabe quando poderei ter uma consulta porque só trabalha ali... ai é mesmo de me atirar ao chão!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Surreal...


É estar no gabinete e entrar-me o monstro das ressacas pela porta dentro...confesso que ainda gritei, depois pensei que fosse das praxes e só após o senhor mostro se apoderar do meu pc e me mostrar a sua página no facebook é que percebi que afinal...era publicidade do guronsan...

Caso CSI I

Detectives ao trabalho, informadores preveligiados e caso desvendado!
O fenómeno ainda não tem nome mas podemos lhe chamar metaljacking. Passo a explicar, o fumo preto e denso que sai das chaminé do bairro é o resultado da fundição de metais roubados..Por aqui o fenómeno parece novo, mas ao que consta noutras cidades até as grades das sargetas são roubadas..para depois serem vendidas...

domingo, 26 de setembro de 2010

A ansiedade da 1ª vez!

De ver novas caras com as quais partilharei algumas horas dos próximo ano...
Começo a pensar se me vou engasgar, se vou tremer, se vou bloquear...
Mesmo conhecendo o desfecho da história a 1ª vez..é sempre a 1ª vez!
PS: Ah! e que saudades que tinha dos livros...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Não falte e Divulgue!

IPBeja dia 24 e 25 de Setembro! Com a presença no dia 25 do DR. Mário Soares!

sábado, 11 de setembro de 2010

CSI I

Onde há fumo..Há fogo! Não sei se são os romances policiais do Moita Flores mas ando deveras intrigada com o fumo preto que sai de uma chaminé do bairro mais miserável de Beja. Pergunto-me que raio de lumes andam a fazer em casa no Verão Às 6 da tarde...Não parece que as fumaradas negras sejam de entremeada grelhada...
Mas o que poderá alguém queimar com frequência dentro de casa em pleno Verão e que faça uma nuvem negra?
O ponto do partida é que o Manel das Moedas não tem telefone, logo a comunicação com o dealers é feita via sinais de fumo... a semelhança do que aconteceu nos primórdios da comunicação humana...
A hipótese está lançada mas qualquer informação é fulcral!