"Um pescador volta para casa em seu pequeno barco. Encontra um bem sucedido executivo estrangeiro de férias em seu país. O executivo pergunta por que ele voltou tão cedo. Este responde que poderia ficar mais tempo no mar, mas já pescou o suficiente para cuidar da família. O executivo indaga: “E o que faz com todo tempo que você tem?” O pescador diz: “Brinco com meus filhos. Todos tiram uma sesta quando o dia fica quente. À noite jantamos juntos. Depois me reúno com meus amigos e tocamos músicas”. O executivo o interrompe: “Olhe, tenho pós-doutorado em Gestão e estudo esses assuntos. Quero ajudá-lo. Assim recomendo que você fique pescando mais tempo todo dia. Você ganha mais e logo poderá comprar um barco e uma rede maiores. Com mais peixes poderá comprar um barco maior ainda.” O pescador pergunta: “Para que?”. Diz o executivo “Ora! Depois de vender peixes para um intermediário, poderá negociá-los diretamente com a fábrica e até mesmo abrir sua fábrica. Poderá sair de sua aldeia, mudar-se para a capital ou Nova York e dirigir tudo de lá. Poderá vender as ações de sua empresa e ganhar milhões!” O pescador pergunta: “Quanto tempo levaria isso tudo?” O executivo diz: “Uns 15 ou 25 anos”. E o pescador: “E daí?” O executivo responde: “Daí que você poderá aposentar-se. Deixar a agitação e o barulho da cidade grande e mudar-se para uma aldeia remota e tranqüila como esta.” O pescador insiste: “E daí?” O executivo entusiasmado fala: “Aí você poderá ter tempo para um pouco de pesca, brinca com seus filhos, tira uma sesta quando faz calor, janta com a família e se reúne com os amigos para ouvir música!”.
Autor: Emerson José Sena da Silveira (FACSUM/FJF – FAC. MACHADO SOBRINHO).
Always running, always rushing, that`s why we are called the Human Race... “a segunda estrela à direita e então directo, até amanhecer”.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
O que me chateia é que...
...quando António Lobo Antunes perguntou ao seu pai, durante uma refeição, o que era a democracia, o pai respondeu-lhe: "Come e cala-te!"
E pergunto eu, quase 40 anos depois da ditadura_: o que é a democracia? ...ao que ninguem responde e quase todos pensam: "Come e cala-te!"
Apreciando os tempos à luz das respetivas conjuturas, não sei o que é realmente pior, ser alvo de pressão e tortura pelo estado ou ter o destino de um país nas mãos de um grupo de individuos com licenciaturas dúvidosas e bilhetes para os paraisos fiscais...
Não que tenha algo contra a existirem pessoas com habilitações inferiores no Parlamento, até porque acho que qualquer idoso analfabeto faria um trabalho bem melhor, mas porque o que me chateia realmente é que tenho andando a chamar filhos da puta a esta gente e afinal que eu saiba ainda nenhum filho de prostituta chegou a deputado...
E pergunto eu, quase 40 anos depois da ditadura_: o que é a democracia? ...ao que ninguem responde e quase todos pensam: "Come e cala-te!"
Apreciando os tempos à luz das respetivas conjuturas, não sei o que é realmente pior, ser alvo de pressão e tortura pelo estado ou ter o destino de um país nas mãos de um grupo de individuos com licenciaturas dúvidosas e bilhetes para os paraisos fiscais...
Não que tenha algo contra a existirem pessoas com habilitações inferiores no Parlamento, até porque acho que qualquer idoso analfabeto faria um trabalho bem melhor, mas porque o que me chateia realmente é que tenho andando a chamar filhos da puta a esta gente e afinal que eu saiba ainda nenhum filho de prostituta chegou a deputado...
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Risoto italiano....
terça-feira, 4 de novembro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Será?
Que finalmente acabaram as praxes? As aulas já começaram há quase um mês e os estudantes bejenses ainda andam a cumprir as suas tradições. Nunca fui praxada e nunca achei grande piada às tradições académicas, não crítico quem gosta, mas não posso deixar de críticar os argumentos "pro-praxe"!
1º: Ser praxado para poder trajar? (outra coisa que nunca gostei) Mas acham que as lojas de trajes sabem se fomos ou não? Tanta tradição que já não é o que era, não me parece que exista nenhuma gravidade em não ser praxado e trajar. Qualquer aluno deve poder trajar e apesar de não perceber muito de legislação quase que aposto que não existe nenhuma que diga: Quem não é praxado não pode trajar! Podem dizer-me sim que será uma questão de ética...mas aí ainda será mais discutivel. Tanta coisa que não se rege pela ética considero que trajar sem ser praxado é simplesmente inócuo.
2º Ser praxado para ser integrado! Por favor...até os bébes de meses que que vão para as creches se integram não são agora os miúdos de 18 anos que não se vão integrar.
Enfim..um tema discutível. Mas que 1 mês de praxes é um exagero isso ninguém me prova o contrário.
Adenda: Esqueci-me de mencionar uma das principais razões de nunca ter gostado das tradições académicas...É o facto de nas associações de estudantes, tunas e companhias haver sempre aquelas figuras miticas, aqueles alunos (sim, normalmente são homens), que já lá andam à 10 anos! Isto sim é verdadeira devoção e amor à camisola!
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Bem..

Já posso dizer que a Arquitectura gótica está na prateilera apesar da miséria de nota estou aliviada!
Preciso agora duma luz ao fundo do túnel..está na hora de entregar o projecto para a parte não curricular e já tive mil ideias, mil indecisões e não passo da estaca 0!
Que a maresia e o sol de Agosto me tragam ideias luminosas...
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Maravilha!
Que saudades que tinha de andar de mota! Quem me conhece sabe que adoro, deliro, no entanto, já lá vão os tempo de loucura em que a BWS fazia kilómetros e mais kilometros. Há mais de um ano que não dava uma voltinha e não era por falta de pedir ao babe. Quando foi para me engatar levou-me na hora (brincadeirinha!) e agora há 1 ano que lhe andava a pedir e só ontem finalmente cumpriu a promessa! Adoro a adrenalina e para além da voltinha a pendura na DR 350 o momento alto foi quando me deixou matar por completo as saudades de conduzir e pegar nisto:

quarta-feira, 16 de julho de 2008
Bem mais leve...
...notas lançadas...
...arquitectura gótica para a prateleira..(ups..falta sair a nota)
Ao mesmo tempo uma nostalgia...um quê de tristeza de saber que o sonho durou 6 meses e que agora volto de novo à estaca zero! Reformulando, não é bem à estaca zero já que trago a experiência e amizades, mas a sensação de que poderá nunca mais vir a acontecer já me deixa saudade..ou não fosse portuguesa!
...arquitectura gótica para a prateleira..(ups..falta sair a nota)
Ao mesmo tempo uma nostalgia...um quê de tristeza de saber que o sonho durou 6 meses e que agora volto de novo à estaca zero! Reformulando, não é bem à estaca zero já que trago a experiência e amizades, mas a sensação de que poderá nunca mais vir a acontecer já me deixa saudade..ou não fosse portuguesa!
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Não acredito...
...que o Balboa vai para o benfica ...
...que os holandeses formaram inspectores para conseguirem distingir o cheiro dos charros só com cannabis e o cheiro com mistura de tabaco (só com tabaco é que são multados!)
...que já é Domingo...ou melhor..segunda!
...que os holandeses formaram inspectores para conseguirem distingir o cheiro dos charros só com cannabis e o cheiro com mistura de tabaco (só com tabaco é que são multados!)
...que já é Domingo...ou melhor..segunda!
quarta-feira, 18 de junho de 2008
"Museu espelho meu!"
É uma das iniciativas integradas na comemoração do Ano Europeu do Diálogo Cultural e tem como parceiros institucionais o Alto Comissariado para a Imigração e Dialogo Intercultural e o Instituto dos Museus e da Conservação. Dos nove Muses que integram a iniciativa 4 são de Lisboa, 3 do Porto e 2 no Algarve...mais uma vez o interior foi esquecido! Pretende-se com esta iniciativa promover o museu como espaço de representação identitária, como espaço de diálogo intercultural. Um diálogo que parece que não chega a todos...
terça-feira, 10 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
Jangada de Pedra
"Heroís do mar nobre povo, nação valente...." e Portugal espera ansioso por o 11 do Scolari!
É pena que as bandeiras só saiam à rua em tempo de Futebol. É pena só vestirmos a camisola para o espectáculo e rapidamente a despirmos sem sequer estar suada e sem mais uma vez termos encontrado um sentimento de união, uma dose de pro-actividade, capaz de lavar a "cara" a Portugal, capaz de amarrar as cordas à Europa e apanhar o seu comboio que há muito partiu, mas nós insistimos em ficar "orgulhosamente sós!". Já lá vão 34 anos desde o 25 de Abril, 98 anos desde a instauração da Républica e 7 séculos desde a crise de 1383-1385, e temos visto as crises passar à frente dos nossos olhos mas a capacidade colectiva de reagir parece ter caido em esquecimento...
Mas como "Deus é Brasileiro" e o Scolari também pode ser que Portugal tenha sorte.! Até porque nada como um bom futebol para animar o português...e aproveitem porque quando a euforia passar temos muito que remar nesta jangada.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Profecia de 2012
Ontem ao falar-se no tempo e nestas estações trocadas alguém dizia que talvez se trata-se da aproximação à profecia de 2012. Fui então investigar a profecia Maia que diz que a 23 de Dezembro de 2012 a humanidade deverá escolher o seu caminho, se escolher continuar com o seu comportamento egocêntrico irá desaparecer do planeta como espécie ou então terá que evoluir para que ocorra a integração do homem com o universo, passando assim a viver um momento harmônico espiritualista da sua história.
Através de estudos sobre o sol, os Maias descobriram que o tempo se comporta de maneira cíclica, e não linear.
Aqui poderá ver-se a explicação:
Verdade ou não fiquei a pensar sobre isto e por isso o meu consellho:
Faça tudo até 2012! Só já faltam 4 anos e meio!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
O novo paradigma do «faça-você-mesmo» nas palavras de Ricardo Araújo Pereira
"Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis.Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens eficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber."
Ricardo Araújo Pereira in Boca do Inferno/Visão
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